Junto aos amigos a hora se passa com uma velocidade extraordinária não é verdade?
Em uma noite de Domingo, juntei-me aos amigos e saímos loucos por aventuras, e na vontade de um momento de dialogo proveitoso onde poderíamos colocar em dias os assuntos de seis jovens que à semanas não tinha notícias um do outro. Em uma praça da localidade, sentamos e em meio a sorrisos e brincadeiras, incendiamos cigarros compartilhados e para os ventos mandamos levar toda a negatividade no ar.... minutos após lá estava eu, perdendo a atenção de tudo ao meu redor, os barulhos ao longe e uma música capaz de invadir meu interior me dizia que o ambiente era outro, mas ao invés de medo o aroma me trouxe a paz necessária para me manter ali.
Vagarosamente a cor branca tomou conta da minha vista, que logo escureceu ao preto total me causando a sensação de sem chão, "Estou voando?" Pensei, e antes que o medo me aterrorizasse observei a aparição de pintas em um amarelo luminoso, em toda aquela imensidão de preto.
- Vagalumes?
Logicamente que seriam, ou estrelas?
Maravilhada não consegui me mover naquele exato momento e como estatua me mantive por alguns segundos, até que minha vontade de identificar aquelas luzes me tomou, mais que a vontade de me manter em contemplação, já não me importava mais por não conseguir enxergar um chão, ou um teto, ou qualquer coisa permeável e insistentemente tentei levar as mãos a algumas luzes, que por mais dificultoso se tornava impossível. O cheiro... ah aquele cheiro, jamais me esquecerei do aroma de rosas, a sensação de paz, de calma, de satisfação por estar ali.
Desistindo de descobrir do que se tratava fechei os olhos apenas para ter aquele momento dentro de mim, queria olhar meu interior e ver que tranquilidade aquele momento me proporcionará.
Maravilhada não consegui me mover naquele exato momento e como estatua me mantive por alguns segundos, até que minha vontade de identificar aquelas luzes me tomou, mais que a vontade de me manter em contemplação, já não me importava mais por não conseguir enxergar um chão, ou um teto, ou qualquer coisa permeável e insistentemente tentei levar as mãos a algumas luzes, que por mais dificultoso se tornava impossível. O cheiro... ah aquele cheiro, jamais me esquecerei do aroma de rosas, a sensação de paz, de calma, de satisfação por estar ali.
Desistindo de descobrir do que se tratava fechei os olhos apenas para ter aquele momento dentro de mim, queria olhar meu interior e ver que tranquilidade aquele momento me proporcionará.
Ao abrir os olhos esperei ver mais de perto todo aquele esplendor, porém apenas consegui observar dois de meus amigos basicamente com seus rostos colados ao meu, com olhar de preocupação, eles repetiam inúmeras vezes se eu estava bem, até que notaram um singelo e desconsertado sorriso se formando em minha face, alguém me segurava pelas costas, mostrando-me que eu estava aparentemente desfalecida. Não pude conter a vergonha de ter preocupado os meus amigos enquanto eu tinha uma das mais lindas visões de minha vida. E a unica coisa que pude falar para poder me desculpar foi...
- Perdoe-me, mas eu não pude ignorar uma bela caça aos vagalumes.
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